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Violência doméstica, controle de bens, proibição do trabalho, pertences e até documentos destruídos. São histórias comuns que ouvimos cada vez mais no nosso dia a dia.

A violência contra a mulher passou a fazer parte do debate público como prática que não deve ser tolerada ou legitimada.

A legislação tem avançado com a Lei Maria da Penha criada em 2006, mudanças na lei do estrupo, criação da Lei do Feminicídio em 2015 e recentemente em 2018 a Lei de importunação sexual.

Uma forma de violência que passa despercebida em alguns casos é a violência patrimonial que se caracteriza quando a parte econômica mais forte na relação conjugal, e na maioria das vezes após o seu fim, usa e abusa de seu poder e domínio da administração dos bens de propriedade comum, não repassando ao outro os frutos dos bens conjugais, gerando uma situação de opressão, dominação e abuso de poder sobre o outro.

Segundo levantamento do Datafolha e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), no ano de 2018, cerca de 1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no Brasil. Entre os casos de violência, 42% ocorreram dentro de casa.

Porque um serviço exclusivo para as mulheres?

A Alpha Soluções conta com toda uma equipe preparada para te ajudar no momento de fragilidade e de mudança, prestando todos os esclarecimentos e colaborando com a resolução do seu problema.

Estudos mostram, também, que o impacto sobre os filhos de vítimas de violência doméstica é significativo. O estudo “Um Rosto Familiar: a violência na vida de crianças e adolescentes”, da Unicef, mostra que, no mundo, uma em cada quatro crianças menores de 5 anos convive com a violência doméstica dentro de casa. Isso representa algo em torno de 177 milhões de crianças.

Essas crianças, segundo as pesquisas realizadas, tornam-se vítimas indiretas e, no futuro, podem perpetuar o fenômeno da violência em razão do que viveram na infância. É o que se chama violência transgeracional.

Nessa ótica, a defesa da mulher é, também, a defesa da família e dos filhos, por isso é fundamental que a vítima de violência denuncie e procure ajuda especializada o mais rápido possível.

Violência Patrimonial

A violência patrimonial acontece quando o outro faz uso do dinheiro ou bens materiais da mulher para obter controle sobre ela. Alguns sinais que podem ser observados nesse tipo de situação são: destruição de objetos, esconder documentos, trocar as senhas do banco sem avisar, negar acesso ao dinheiro do casal.

Falta de independência pode prender mulheres em relacionamentos abusivos. O medo e a insegurança financeira impedem que algumas dessas mulheres se livrem deste tipo de relação. A mulher se sente subjugada pelo companheiro, sem forças para reagir.

É comum que esse tipo de violência ocorra justamente em momentos de briga e separação.

A violência patrimonial é crime e o agressor pode ser denunciado. A Lei da Maria da Penha traz amparo legal para as vítimas de violência patrimonial, bem como os outros tipos de violência doméstica: física, psicológica, sexual e moral.

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